Agostinho Gonçalves de Faria, nasceu em 12 de outubro de 1910, na Ilha da Madeira em Portugal .

   Aos 23 anos de idade, Agostinho casou-se com Alice das Neves Figueira da Silva, portuguesa, que viria a ser mãe dos seus  11 filhos.

   Agostinho, viveu na Ilha da Madeira até 1946, saindo de lá para trabalhar em uma Companhia de Petróleo em Curaçau, na Guiana Holandesa, durante 3 anos. Em 1949 chegou ao Brasil, vindo morar em Carapicuíba, onde trabalhou inicialmente como jardineiro. Com  suas economias comprou um sítio, onde com sua família desenvolveu a lavoura. Foi um dos pioneiros na feira livre da cidade. Sr. Agostinho, muito católico, foi um dos grandes colaboradores na construção da igreja Matriz da cidade, a Igreja Nossa Senhora Aparecida. Ele contribuiu também com a Igreja Nossa Senhora de Lourdes e a Igreja Santo Antônio.

   Em 1956, adquiriu o “Bar Esportivo” localizado na Av. Rui Barbosa, onde fez grandes amizades. Com o sucesso do Bar, montou um segundo estabelecimento na Vila Dirce, um bairro que estava começando a se formar na época. O movimento do Bar trouxe alento para a imobiliária idealizadora da Vila, já que trouxe movimento a região e assim ajudando no desenvolvimento daquela região.

   Em 1964 se desfez de seu negócio e passou a viver de rendas e fez questão de nunca se afastar da cidade, pois tinha um grande amor e orgulho da terra que o acolheu.

   Quem conheceu o “Sr. Agostinho” teve o prazer de conviver com uma pessoa de bem com a vida, cheio de alegria. Muitos falavam que ele tinha alma de criança devido ao seu jeito brincalhão de ser, não é a toa que  ele nasceu e faleceu dia 12 de outubro, dia das crianças.

   Agostinho era pai e avô das proprietárias do Colégio, que prestaram essa homenagem ao patriarca da Familia.